

O filme \"Para Sempre\" é baseado em uma história real! Depois de um acidente de carro e de ficar em coma por um tempo, Paige acorda com uma grande perda de memória. Toda uma fase de sua vida com seu marido some por completo de suas lembranças. Para agonia de seu marido apaixonado, ela só se lembra do tempo do colégio, antes de conhecê-lo, e de seu namorado da época.

Elas perderam seus filhos de forma trágica, buscaram consolo nas cartas psicografadas pelo médium mineiro e mudaram o curso de suas vidas depois desse encontro. O filme mostra três histórias de perda e superação. Sim, a temática é o espiritismo, mas o tema foi tratado com muito talento e sutileza, por isso com certeza é filme para todos se emocionarem.

Escrito, produzido, dirigido e atuado por Selton Mello, o filme O PALHAÇO pode ser entendido por duas perguntas existenciais, "Quem é você e onde é o seu lugar?". Esse é o drama que vive o palhaço Benjamim e o faz buscar seu lugar no mundo. Sim, é um filme bem água com açucar, mas nem por isso deixa de ser sensível e bonito. Eu gostei! A frase que marcou é: "Eu faço o povo rir, mas quem é que vai me fazer rir?”

Baseado em uma história real, “Cartas para Deus” conta a história de Tyler Doherty que diante do sofrimento do câncer resolve transformar suas orações em cartas, cartas endereçadas a Deus. A forma corajosa como ele encara sua situação e suas cartas afetam positivamente muitas pessoas ao seu redor. Inclusive Brady McDaniels, o carteiro que recebe suas cartas e que está diante de um grande dilema em sua vida. “Cartas para Deus” é sim um filme do recente movimento de filmes evangélicos, mesmo assim (ou exatamente por isso) vale a pena ser visto com toda a família.

Ao fazer 40 anos, uma executiva começa a receber várias cartas que ela mesma escreveu quando criança. Nas cartas, enviadas a ela mesma, ela relembra as promessas que fazia sobre seu futuro. O filme é uma fabula inocente e graciosa que nos faz pensar sobre os rumos que tomamos em nossas vidas.

Walter Black (Mel Gibson) é um homem em depressão que está a beira do suicídio. Com ajuda de esposa (vivida por Jodie Foster, que também dirige o filme) ele se fez vê sem esperanças, depois de ter tentado todo o tipo de tratamento, livros e remédios. Em um momento de desespero ele dá vida ao Sr. Castor, um fantoche que ele jura ter vida própria embora esteja em suas mãos e com sua voz.

Um filme comovente onde a realidade e os sonhos se encontram. Phoebe (Elle Fanning),é uma que deseja mais do que tudo participar da peça de teatro da escola, Alice no País das Maravilhas, deseja estar no País das Maravilhas. Seus pais Hillary (Felicity Huffman) e Peter (Bill Pullman) se esforçam para compreender a filha que se esconde em suas fantasias, confundindo realidade com sonho. Aceitar ou desvendar essa estranha atitude? Esse será o desafio de seus pais nesse drama.

Jeff Daniels é um escritor em busca de inspiração para seu segundo livro. O problema é que, além de não encontrar nenhuma inspiração, ele parece estar completamente desconectado de sua realidade. Seu melhor amigo parece ser uma espécie de super-herói imaginário que ele insiste em manter ao seu lado. “Tempo de Crescer” é um típico filme alternativo, daqueles com trilha de violão ao fundo que faz a gente amar ou odiar em poucos minutos. Mas no final, com certeza há uma questão a ser resolvida e uma final não necessariamente feliz, mas que traz paz ao protagonista.

Terrence Malick, recluso diretor de filmes como “Terra de Ninguém” e “Cinzas No Paraíso”, criou um obra de arte, não para puro entretenimento, mas para ser sentida.
Comparo assistir ao filme “A Árvore da Vida” a ouvir música clássica. Não tente compreender, principalmente nos primeiros minutos, apenas sinta e se encante com as imagens.
Aliás, o drama com Brad Pitt, Sean Penn e Joanna Going, é rico em imagens de encher os olhos e a alma. Mas o enredo as vezes pesa na profundidade. No cinema vi muitas pessoas, menos avisadas, saírem nos 40 minutos de filme, tamanha é a não entrega simples do roteiro.
Ainda assim eu achei lindo e indico a todos quem admiram arte e bom cinema.

Será mesmo que temos poder sobre nosso destino? E se o livre arbítrio não existisse? Imagine uma organização superior orquestrando cada acontecimento de sua vida. Essa é a teoria que a ficção “The Adjustment Bureau” (Os Agentes do Destino) propõe.
Com Matt Damon no papel principal, como um promissor político, a trama mescla uma ficção de tema polemico com uma historia de amor impossível. Eu gostei do filme e “Até que ponto nossas escolhas mudam nossa vida?” foi a pergunta que sai me fazendo.